[…] Somos capazes de sobreviver a essas coisas
horríveis, pois somos tão indestrutíveis quanto pensamos ser. Quando os
adultos dizem: “Os adolescentes acham-se invencíveis”, com aquele
sorriso malicioso e idiota estampado na cara, eles não sabem o quanto
estão certos. Não devemos perder a esperança, pois jamais seremos
irremediavelmente feridos. Pensamos que somos invencíveis porque
realmente somos. Não nascemos, nem morremos. Como toda a energia, nós
simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação. Os adultos esquecem-se disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de
fracassar. Mas essa parte que é maior do que a soma das partes não tem
começo e não tem fim, e, portanto, não pode falhar.
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